segunda-feira, 20 de maio de 2013

A lenda do Cipó Cambira - Matheus Raul




     Há muitos e muitos anos atrás existia uma tribo chamada Xetá e tinha a tribo inimiga chamada
Caigangue. Na tribo dos Caigangues havia uma índia que era a mais bela do lugar, o seu nome era Moema. Um dia, quando foi pescar, Curi, o índio o mais belo, mais forte, mais rápido e mais ágil dos Xetás viu Moema, mas ela era da tribo inimiga. Então foi embora. 
    No outro dia Curi voltou e viu uma onça encurralando Moema. Ele jogou uma lança que atingiu a onça, que morreu.
    Curi disse para Moema:
    -Tenha mais cuidado quando sair, leve algo para se proteger.
    Curi se apaixonou por Moema, mas Anhaguá, o deus do mal, se irritou com o amor dos dois. 
   Um belo dia Curi foi pescar com Moema numa canoa e a tribo inimiga viu Curi com Moema e logo contaram para o pai dela.
    Todos da tribo pegaram suas flechas e lanças, e começaram guerrear. Foi então que apareceu deus do mal, que saiu como uma enorme serpente de água. Eles remaram, remaram e remaram, mas Curi levou muitas flechadas e morreu. Moema ficou com medo e também se afogou.
    Ticê, esposa de Anhaguá,  lançou um feitiço em Moema, que virou uma bela flor roxa, a essa flor deram o nome de Cipó Cambira que se espalhou pela região.
    Hoje existe uma pequena cidade que recebeu o nome de Cambira em homenagem a bela flor aqui encontrada.

2 comentários:

  1. Oi Matheus Raul, seu texto ficou bem criativo e acho que você não esqueceu de nada. Um abraços e parabéns pelo seu texto.

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