Há muitos e
muitos anos atrás, Turu e Tarará tiveram uma linda história de amor, porque
era proibida por serem de tribos diferentes.
Ela era da tribo
dos Guaranis e ele da tribo Guaianases.
Turu era um índio valente, destemido, o melhor caçador, a melhor pontaria no arco e flecha e Tarará era uma bela índia, dos cabelos longos e negros como a noite.
Turu era um índio valente, destemido, o melhor caçador, a melhor pontaria no arco e flecha e Tarará era uma bela índia, dos cabelos longos e negros como a noite.
O casal não podia
ficar juntos, pois Tarará estava prometida para Anhaguá, o deus do mal, mas ela não aceitava. Então Tarará e Turu fugiram.
Anhaguá percebeu
e foi atrás prometendo matar os dois.
Tupã, o deus do
bem, ficou sabendo o que Anhaguá iria fazer. Decidiu ir
atrás deles, mas já era tarde demais.
Então Tupã resolveu transformá-los em um cipó com uma bela flor roxa, o qual os índios chamaram de Cipó Cambyra.
A flor se espalhou pelos campos e os pioneiros quando aqui chegaram a encontraram em abundância e por isso batizaram a cidade com o nome de Cambira, em homenagem a bela flor que enfeitava os campos.
Então Tupã resolveu transformá-los em um cipó com uma bela flor roxa, o qual os índios chamaram de Cipó Cambyra.
A flor se espalhou pelos campos e os pioneiros quando aqui chegaram a encontraram em abundância e por isso batizaram a cidade com o nome de Cambira, em homenagem a bela flor que enfeitava os campos.
Cristiane, adorei o seu texto. Eu sei que dá trabalho escrever bem, mas no final vale a pena.
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